Showing posts with label Brasil. Show all posts
Showing posts with label Brasil. Show all posts

Sunday, March 30, 2014

Dia do Circo - 27 de Março







Quem nesta vida não foi a um circo, quem não foi feliz ao rir de todas 
as 'graças' e trejeitos de um palhaço???
Do latim circus, "circunferência") é comumente uma companhia
em coletivo que reúne artistas de diferentes especialidades, como 
malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, 
equilibrismo, ilusionismo, entre outros.

Se tiver um circo perto de você vá se certificar que as melhores 
risadas de sua vida, as mais ingênuas gargalhadas da infância vão
fazer você 'chorar' de emoção! 




Um dos ícones do picadeiro do Brasil,  
o palhaço Carequinha foi o
primeiro palhaço a ter programa na TV. 
O bordão dele era "Tá certo ou não tá ?"



Monday, March 28, 2011

Dia Internacional da Mulher - "Sou lutadora, tenho uma vida reta",

Como mulher, não posso deixar de prestar minha homenagem à mulher, principalmente quando, já se tem exemplos tão evidentes e tão verdadeiros à seguir. Num mundo onde o trabalho feminino ainda é tão divergente do trabalho masculino, a mulher tem quebrado as barreiras com relação ao seu senso de profissionalismo com que exerce funções e cargos ainda com estereótipos masculinos tão claros. Pelo mundo afora, exemplos são multiplicadores e cada vez mais fica notório que sua presença se faz com leveza e credi- bilidade, basta ver aquelas que se mantêm em cargos políticos, não podendo esquecer da glória de termos uma mulher-presidente tal como agora temos. É a suprema ordem que Deus delega à toda mulher, de ter a delicadeza e a força divina de ser mais forte que o seu oposto. Todos os esforços feito pela mulher para legalizar os seus direitos como cidadã brasileira, cidadã do mundo, reconhe- cedora e dona de seus atos, são agora vistos com legalidade e pleno de valores. Vale ver o exemplo da Sra.Luislinda Dias de Valois Santos como a primeira mulher negra a se tornar juíza no Brasil. Aos 68 anos de idade, 26 anos de magistratura e 51 anos de serviço público, inclusive na área federal, como procuradora autárquica, Luislinda já foi homenageada e premiada em diversas esferas públicas e entidades no País e no exterior pelos projetos de inclusão e acesso à Justiça desenvolvidos nas comarcas por onde passou e foram 11, além da atual, na capital do estado, Salvador. Consciente de que é parâmetro de sucesso para a raça negra, defende o sistema de cotas (mas não indefini-damente), acredita que a Lei contra o Racismo ainda não é muito bem utilizada e afirma que o preconceito existe, sim, no Brasil, apesar das tentativas de se esconder isso. "Quem quiser saber o que é ser negro, fique negro por apenas 24 horas" é sua máxima para quem duvida de que exista discriminação racial no País. Luislinda Valois já foi vítima de preconceito no exercício da magistratura, mas afirma que com "simplicidade, lhaneza e altivez" sempre resolveu essas situações. Seu único lamento - e desafio constante - é ainda não ter se tornado desembargadora no Tribunal de Justiça da Bahia. Numa entrevista à uma revista jurídica brasileira ela conta como e o que a fez optar por uma escolha profissional tão distinta, a humilhação sofrida por um professor, o que deu força e a visão de que seu futuro não estaria ligado á trabalho humilde de sua mãe. Ela fala também de Direito, raça, preconceito e do seu modo de ver a vida. "Sou lutadora, tenho uma vida reta", afirma a magistrada que já recebeu as alcunhas de juíza maleira, porque não tinha espaço para trabalhar; juíza euquipe, porque não tinha funcionários e Ruy Barbosa de Saia, o que dispensa explicações. Visão Jurídica - A senhora foi a primeira mulher negra a ser tornar juíza no Brasil. Qual o impacto disso na sua vida e na pro-fissão? Luislinda Dias de Valois Santos - Não levo em conta se sou a primeira ou a última mulher negra a ser juíza no Brasil. Para mim, o que interessa é ter coragem de dizer o que precisa ser dito a tempo e a hora. E isso eu faço porque sou totalmente independente, aliás, só dependo de Deus e dos meus Orixás. Minha vida e minha profissão sempre foram, são e serão pautadas no labor pelo bem da humanidade. VJ - A senhora se considera um símbolo ou um exemplo para o movimento negro? LDVS - Não sou nem uma coisa nem outra, apenas luto e luta- rei enquanto forças tiver, para ver, não apenas o negro, mas todos os excluídos - cadeirantes, gays, lésbicas, prostitutas, simpatizantes - atendidos por políticas públicas reais e verdadeiras. VJ - O que a motivou a escolher o Direito e a carreira da magistratura? LDVS- Creio que fui estimulada a fazer Direito e depois tornar- me magistrada por causa das palavras discriminatórias do meu professor, que tentou me fazer acreditar que eu seria uma boa cozinheira em virtude dos meus pais não terem comprado o material de desenho que ele havia indicado. Ditas palavras me chegaram aos ouvidos quando eu tinha apenas 9 anos de idade em plena sala de aula. VJ - O Judiciário brasileiro é preconceituoso? Por quê? LDVS - O Judiciário não é preconceituoso, apenas nos seus quadros existem, como em todas as esferas, profissionais preconceituosos. Vale dizer que o Judiciário brasileiro não tem o histórico de grande número de magis- trados negros integrarem os seus quadros. A situação fica mais difícil quando constatamos que durante a sua existência, pelo menos que eu saiba, nenhum Tribunal pátrio teve um presidente negro, mas já é perceptível que a situação está mudando, até porque o negro está mais unido e lutando pelos seus direitos, sem esquecer suas obrigações e seus deveres. Todavia, quero crer que muito em breve teremos mais negros não apenas ocupando espaços de execução e apoio, mas exercendo cargos de ministros de Estado, presidentes de Tribunais, governadores, prefeitos, presidente da República, senadores, executivos de empresas multinacionais, procuradores etc., até porque também somos competentes; falta-nos apenas oportunidade. Mas o Judiciário também está mudando. Aqui, ali e alhures já nos deparamos com magistrados negros (ministros, desem- bargadores, juízes) atuando nesse grandioso e indispensável poder. ......


Continue a entrevista na íntegra:
clique aqui:


Parabéns à todas as mulheres, tenham elas as profissões que tiverem, estejam elas onde estiverem, valem lembrar que todas têm o seu mérito, e isto deve ser considerado! Parabéns!

Blog Archive

Visitante

contador para sites
Powered By Blogger