Friday, April 01, 2011

Mentiras ou Verdades........











É primeiro de abril, ....
mentiraaaaaaaa...
Hoje é primeiro de abril, ''Dia Mundial da Mentira''.
Em qualquer lugar do planeta, deverá ter alguém que
conte algo que poucos irão acreditar.
Acho que hoje, a mentira ou a suposta verdade que
alguém lhe disser, ela vai ser mais que uma
brincadeira de 'bom gosto', do que de 'mal gosto',
isto porque o dia vai é altamente favorável à
uma verdade que se deseja ouvir.

Independemente de quem quer que chegue até você
para lhe contar uma 'mentirinha', com desejo de
ser real, vamos nos ater em comparar que mentirá
com mais veemência.
Deve haver alguma coisa diferente no cérebro de um
mentiroso que no cérebro de uma pessoa que não tem
este hábito, é... pois eu creio que até para
inventar mentiras ou falsas verdades, é preciso
ter 'classe' ou mesmo, como dizia um personagem
global, é preciso ter 'catigoria'.
Há muitos ou muitas que pautam suas atitudes e a
própria vida neste tipo de argumentos, contudo,
eu acho que o ''mentirosinho'' mais típico,
mais inocente é o Pinocchio,
( título original em italiano)
não existe outro que eu possa citar que tenha a
ingenuidade e a leveza dele. C
oisa mais que gostosa é rever o filme, ou ler o
livro do autor italiano, Carlo Collodi
e perceber que Pinocchio é um personagem 'doce',
suave e corajoso ao mesmo tempo. Me lembro, que para
fazer um trabalho de Português no colégio, li o livro
em uma noite, comecei a lê-lo eram sete e pouco da noite, e
quando terminei, já passara das seis da manhã.
Precisava registrar em folhas separadas algumas
passagens do livro para saber como responderia
algumas questões elaboradas pela professora, na
primeira aula do dia.
Tinha tudo na cabeça, adorei o livro, amei o
Pequeno Pinocchio,
mergulhei no mar de suas travessuras.
Minha empolgação era tanta para finalizar o trabalho
que, entre situações de conflito e de perigo do personagem,
tinha que descrevê-las sem ser prolixa demais.
Foi um trabalho delicioso de ser feito, a minha
nota foi deveras merecida, o meu esforço compensado,
e só não foi 'Dez' como pensei, pois tinha acrescentado
no nome do autor, um 's' a mais, ao invés de
Carlo Collodi,
ficou Carlos Collodi.

Mentira.....!!!!!!
Verdade.....!!!!!!
Entretanto, amei esta criatura nascida de pedaços de
madeira, filho adotivo de Gepeto,
marceneiro leal e generoso, e que para encanto de seu
destino, se faz menino. Uma história linda, com um
fundo moral de belíssima qualidade, e inesquecível!

Como professora, cobrei sempre a verdade de meus
alunos, algumas resultou em um diálogo divertido
dentro da sala, outra vezes, numa conversa pertinente
e atenciosa com os pais. É preciso ter cuidado com
esta palavra e o que ela pode provocar, e, em que
situação ela deve ser avaliada e condenada.
Neste dia em que a mentira vai 'correr' um pouco
mais solta que em outros, acho que o melhor é fazer
de conta que se acredita, sem ter que condenar ou
punir ninguém, aliás, não devemos copiar alguns
exemplos que, notóriamente toleramos.

Se contar uma mentirinha, que esta seja apenas uma
mentirinha suave e divertida!


Heheheheheeeeeeeee.......

Tuesday, March 29, 2011

São José - Pai Adotivo de Jesus -Homenagem

Dia 19 de março é um dia muito especial, em função do
aspecto religioso a que o personagem está associado,
e pela figura que representa, na Sagrada Família!
Devotos de São José, existem aos milhares, no mundo
inteiro,e há os que constantemente dedicam as suas
vidas em constantes sacrifícios pelas bençãos
vindas por intercessão deste santo considerado
''Protetor da Sagrada Família''.



Fatos interessantes podem ser contados e descritos sobre
as benesses deste querido santo, e o mais interessante
é de como as pessoas demonstram a sua fidelidade e a
sua devoção!
Histórias verdadeiras e quase seculares, envolvem pessoas
crédulas e muitos as que ainda estão por descobrir as
suas graças, basta que se chegue a este santo!
Entre as histórias conhecidas e pessoas beneficiadas
pelas graças de São José, uma é extremamente digna de
ser contada. Minha mãe aniversariou os seus oitenta e
tres anos, em março passado, e o que importava para
todos, era que ela pudesse viver aquele dia com saúde,
na presença de filhos, netos amigos que souberam fazer
parte de sua vida. Uma senhora nesta idade, tem
infinitas e reais histórias arquivadas em sua memória.

E por muitas vezes, nós não sabemos aproveitá-las,
como verdadeiras lições de vida, de esperança e fé.
Dentre essas histórias, faz lembrar minha devoção
por São José, ‘o chefe da Sagrada Família’, o pai
adotivo de Jesus! Uma amiga dela, achava que já
passava da hora dela se casar, vendo que todas as
outras estavam casadas, ou casando, sentiu a
necessidade urgente de um casamento.
Conta ela que, esta amiga, não mais viva para os
amigos da família, se permitia rezar o terço de
braços abertos e que, até em suas roupas predominavam a
s cores das vestes do santo de sua sublime devoção.

Depois de muito trabalho social dedicado ao santo,
missas, procissões e muitos pedidos, ela conheceu
seu futuro marido. O namoro foi rápido, veio o noivado,
o casamento aconteceu, a filha, Cecília, nasceu
como os dois tocavam piano e o nome veio decorrente
da devoção à santa pianista. Por toda sua vida, ela
manteve em sua casa a imagem do santo e mantinha
também acesa aquelas velinhas antigas em copos com
metade água e metade óleo. Me lembro, quando criança,
chegava em sua casa e adorava subir aquela escadaria
em curva e ficar varanda, onde, nas alturas, o
vento, parecia ser prenúncio da felicidade que
São José lhe dera e daquela forma, participava.
Que delícia era quando eu, minha prima e Cecília
sentávamos à mesa e saboreávamos bolo, chá e
biscoitos preparados por aquela senhora extremamente
carinhosa, bem vestida, cuja voz era quase um
sussurro de tamanha educação. Como criança que
éramos, não nos importava saber de detalhes de
sua vida, mas minha mãe conta que diariamente
ela cumprimentava São José em louvor e agradecimento
pela vida familiar e conjugal que ele lhe tinha
proporcionado. Caso em sua porta chegasse alguém
necessitado, ela, caridosamente atendia, lembrando
as muitíssimas vezes em que de braços abertos fazia
o seu pedido maior ao santo. Devoção se faz com fé,
confiança à quem se pede, é como se o santo fosse
algo vivo ao seu lado e a conversa com ele, uma
interlocução divina, e que, certamente ouve!O que
para os evangélicos nada diz, para os que crêem, a
imagem chega a seu uma companhia para descrever
fisicamente a sua fé, amor e graça ficam juntos,
à mercê da benevolência divina.

Ilustração da página:
Saint Joseh with infant Jesus:
By Guido Reni

Mares - Crônicas 2011

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